Nascido em Nova Delhi, na India, Deepak Chopra mudou-se para os Estados Unidos nos anos 70, e lá tornou-se um médico bem-sucedido, professor universitário e chefe de equipe do Memorial Hospital de Nova York. A grande virada em sua vida começou nos anos 80, quando descobriu a meditação. Ele parou de fumar e beber, tornou-se discípulo do guru indiano Maharishi Mahesh Yogi e representante nos Estados Unidos de uma empresa de divulgação e venda de produtos tradicionais (óleos, infusões e ervas) da medicina Ayurveda, a mais antiga do mundo, baseada no relacionamento entre ser humano e natureza.
Sua origem indiana, formação em medicina e sucesso profissional fizeram de Chopra o homem certo para criar uma ponte entre Oriente e Ocidente, divulgando não só a Ayurveda (ciência da vida), mas diversos ensinamentos dos "Vedas", antigas escrituras em sânscrito que datam de mais de cinco mil anos e reúnem a sabedoria indiana sobre todos os campos do conhecimento. O trabalho de Chopra é unir o que há de melhor nessa tradição aos conceitos mais avançados da ciência – tudo explicado em linguagem que faz sentido para o leitor contemporâneo.
Metade do tempo, este homem que não se define (não é autor, nem palestrante, nem mesmo Deepak já que, para ele, "definir-se é limitar-se") viaja pelo mundo, dando suas palestras. Não tem frescuras, seguranças ou assistentes. Pega o avião sozinho, desembarca no seu destino, faz o trabalho que tem que fazer com uma atitude que mistura em doses iguais gentileza e determinação. Ele é simpático com seus admiradores, posa para fotos, autografa livros, abraça e beija novos conhecidos. Mas também deixa bem claro o que está disposto a fazer ou não.
A outra metade do tempo Chopra passa em La Jolla, um lugar maravilhoso na Califórnia, pertinho de San Diego, onde ele vive e dirige seu Center for Well Being (Centro para o Bem-Estar). É onde seus ensinamentos se materializam em cursos e tratamentos como yoga, meditação e desintoxicação (com técnicas que antigamente eram reservadas à realeza indiana). A idéia é cuidar ao mesmo tempo do espírito, da mente e do corpo. Para quem torce o nariz para esse caldeirão borbulhante de idéias que prometem, no fim das contas, a milagrosa felicidade, Chopra diz apenas, com um sorriso: "Milagre é a palavra que usamos para designar o que ainda não entendemos. E os milagres de hoje são a ciência de amanhã."
Sua origem indiana, formação em medicina e sucesso profissional fizeram de Chopra o homem certo para criar uma ponte entre Oriente e Ocidente, divulgando não só a Ayurveda (ciência da vida), mas diversos ensinamentos dos "Vedas", antigas escrituras em sânscrito que datam de mais de cinco mil anos e reúnem a sabedoria indiana sobre todos os campos do conhecimento. O trabalho de Chopra é unir o que há de melhor nessa tradição aos conceitos mais avançados da ciência – tudo explicado em linguagem que faz sentido para o leitor contemporâneo.
Metade do tempo, este homem que não se define (não é autor, nem palestrante, nem mesmo Deepak já que, para ele, "definir-se é limitar-se") viaja pelo mundo, dando suas palestras. Não tem frescuras, seguranças ou assistentes. Pega o avião sozinho, desembarca no seu destino, faz o trabalho que tem que fazer com uma atitude que mistura em doses iguais gentileza e determinação. Ele é simpático com seus admiradores, posa para fotos, autografa livros, abraça e beija novos conhecidos. Mas também deixa bem claro o que está disposto a fazer ou não.
A outra metade do tempo Chopra passa em La Jolla, um lugar maravilhoso na Califórnia, pertinho de San Diego, onde ele vive e dirige seu Center for Well Being (Centro para o Bem-Estar). É onde seus ensinamentos se materializam em cursos e tratamentos como yoga, meditação e desintoxicação (com técnicas que antigamente eram reservadas à realeza indiana). A idéia é cuidar ao mesmo tempo do espírito, da mente e do corpo. Para quem torce o nariz para esse caldeirão borbulhante de idéias que prometem, no fim das contas, a milagrosa felicidade, Chopra diz apenas, com um sorriso: "Milagre é a palavra que usamos para designar o que ainda não entendemos. E os milagres de hoje são a ciência de amanhã."
